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domingo, 19 de julho de 2015

História Dinossauros do Brasil

Hoje a História e também uma Filosofia da Antiguidade os Incríveis  ''  D I N O S S A U R O S  '' 




E Isto mesmo?
Hoje vou Contar a História dos '' Dinossauros '' que viveram no '' BRASIL '', isto mesmo no Brasil.


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                             Dino      informa?

     Se você é fanático por dinossauros ou tem curiosidades sobre esse bichos, esta informação é para você! Além de ficar craque no assunto, vai conhecer os dinos brasileiros!
      Muitas vezes, quando pensamos em dinossauros, imaginamos criaturas enormes e ferozes. Mas nem todos os dinos eram grandes ou aterrorizadores. Já se conhecem cerca de mil gêneros de dinossauros que viveram na Terra. Um gênero é um conjunto de espécies semelhantes - os cães e lobos, por exemplo, são duas espécies do mesmo gênero, enquanto a raposa é de outro gênero. Mas acredita-se que houve um número muito maior de dinossauros diferentes no mundo.
       Há dinos que desapareceram da Terra sem deixar quaisquer vestígios; por isso, nunca vamos sequer saber que eles existiram e, é claro, como eles eram. Novas espécies podem também ser descobertas a qualquer momento.



      Além de muitas outras questões o amanho dos Dinos são totalmente inacreditável, já imaginou um deles perto de você!
      O tamanho dos dinossauros variava muito.
      Um velociraptor, incrivelmente feroz, era do tamanho de um cachorro '' poodle ''. Um tiranossauro podia crescer  até o tamanho de um ônibus de dois andares e pesava cerca de 6 toneladas - o equivalente a um elefante. O imenso argentinossauro, que como o nome sugere, foi encontrado na Argentina, era peso-pesado: pesava o equivalente a 17 elefantes!
      Os animais terrestre maiores e mais pesados que conhecemos são os dinossauros ''saurópodos'', que são um grupo de dinossauros formados por muitas espécies. Você estava longe de ser um delicioso petisco para esses bichos: herbívoros, eles tinham uma fome incrível e estavam sempre beliscando aqui acolá alguma planta, com a ajuda de seu pescoço extremamente comprido. Possivelmente, o maior ''saurópodo'' foi o ''seismossauro''.
      O maior dinossauro carnívoro (que come carne) conhecido foi o ''giganotossauro'', que morava na Patagônia. Ele deixaria o ''tyrannosaurus rex'' no chinelo por causa de seu tamanho! Mas, perto do ''seismossauro'', possivelmente ele ia ganhar o apelido de ''baixinhossauro''...





        O menor carnívoro conhecido foi o ''microraptor''. 



       Vida       de      Dinossauro 

  Com tamanho diversidade de dinossauros, seus costumes também eram variados. Os carnívoros comiam outros dinossauros, tartarugas, crocodilos e insetos. Os herbívoros comiam a vegetação abundante; os animais de pescoço extracomprido comiam as folhas nas copas das árvores. Os dinos colocavam ovos, de casca bem dura. Acredita-se que alguns, no padrão de hoje para nós humanos, seriam considerados pais descuidados, porque deixavam seus filhos se virarem sozinhos quando saiam dos ovos. Outros, como os ''maiassauros'', que moravam na região onde hoje são os Estados Unidos, colocavam seus ovos em ninhos e cuidavam de seus bebês.




Ovos de ''terópode'', de 70 milhões de anos. Coletado, na ''Peirópolis'' em 1968 em (Minas Gerais). Pode ser visto no Museu de Ciência da Terra, no Rio de Janeiro.


















Ovo de ''titanossauro'', de 70 milhões de anos. Coletado em ''Uberaba'' (Minas Gerais), ele pode ser visto no Museu de Ciências da Terra, no Rio de Janeiro.









      E se algum amigo 
ou alguma amiga 
disser que você é 
tão inteligente 
quanto um dinossauro, 
fique preocupado. 
Embora o tamanho 
do cérebro variasse 
de espécie para espécie, 
os dinos tinham cérebros 
menores que os de seres 
humanos ou outros 
mamíferos. Por isso, 
imagina-se que não 
aprendiam coisas novas 
tão rápido quanto um 
cachorro, por exemplo.
      Acredita-se que os dinos soltasse sons e se comunicassem por meio deles. Os ''Parasaurolophus'', que viveram na América do Norte, por exemplo, aparentemente assoviavam para manter contato com membros de sua manada. Ruídos parecidos com sons de ''fagote'', um instrumento musical de sopro, talvez também fossem emitidos por outros dinos.
      Algumas espécies gostavam de andar em grupos: outras preferiam andar solitárias. Alguns dinos eram bem velozes; outros se moviam mais lentamente. As estratégias para caçar e comer também eram diferentes, de acordo com a espécie. Pouco e pouco, vamos conhecendo as características de cada espécies.
      E como era a visão dos dinos? Sentiam cheiro? De que cor eram? As perguntas são muitas, nem todas fáceis de responder. Trata-se de um quebra-cabeça que os cientistas estão montando. Mas faltam muitas peças. 





               Um      Mundo      Diferente










     Os primeiros dinossauros surgiram na Terra há cerca de 250 milhões de anos, num período chamado ''Triássico''. O mundo era bem diferente naquela época. O cenário era bem seco, e não havia plantas com flores. Os continentes não eram como a gente conhece atualmente (ou seja, América do Sul, América do Norte, África, Europa, etc.). Havia um único supercontinente chamado ''Pangeia''.
       Com o passar do tempo (observe que estamos falando de milhões de anos), na época chamada Jurássica (que se iniciou há cerca de 208 milhões de anos, a temperatura ficou menos quente e o clima mais úmido. Um clima ideal para dinossauros! Não foi á toa que apareceram muitas espécies novas de dinos naquele momento. O supercontinente começou a se separar em dois supercontinentes: o do sul, ''Gondwana'', que incluía a maior parte das zonas de terra firme que hoje formam os continentes do Hemisfério Sul (incluindo Antártida, América do Sul, África, Madagascar, Seychelles, Índia, Austrália, Nova Guiné, Nova Zelândia e Nova Caledônia): o do norte, ''Laurásia'', que incluía a América do Norte e a ''Eurásia'', a esta altura ainda ligadas entre si.




       Por que os dinos desapareceram?


      No chamado período ''Cretáceo'', a Terra se separou em continentes menores, tais como conhecemos hoje. As temperaturas ficaram mais estáveis e apareceram as primeiras plantas com flores. Foi a época em que houve mais tipos de dinossauros. Apesar disso, ao final desse período, há cerca de 65 milhões de anos, algo aconteceu. Os dinossauros simplesmente sumiram de face de Terra!
      Por que esses animais pré-históricos, tão abundantes num período, desapareceram de uma hora para outra é uma pergunta que não se sabe bem a resposta. Alguns cientistas acreditam que foi um meteorito que caiu na Terra e matou esses bichos. Há quem defenda que o clima mudou tanto, que eles não sobreviveram. Mas o fato é que, apesar de ter sido fatal para os dinos, outros animais resistiram e sobreviveram, como lagartos, cobras, crocodilos, aves, peixes e insetos.




              Você  acha  uma  galinha  meio sem  graça?


      Muitas características dos dinos continuam presentes até hoje em outros animais, como as aves. Em outras palavras, se você é desses que adora dinos, mas acha uma galinha meio sem graça, você pode querer rever seu ponto de vista!
       Já os primeiros seres humanos apareceram possivelmente há cerca de 250 mil anos, ou seja, mesmo se você tivesse nascido muito tempo atrás, as chances de você encontrar com um dino seriam... nulas!


     
                        Montando  o  quebra-cabeça


       Talvez você se pergunte: se seres humanos e dinossauros nunca se encontraram, como a gente sabe o que sabe sobre esses bichos?
        É que os dinos deixaram pistas. São os chamados Fósseis ou, em bom português, restos ou vestígios deixados por animais, plantas e outros organismos que viveram em um passado bem distante. Esses vestígios são conservados em rochas, gelo ou âmbar (um tipo de resina). Podem ser ossos, dentes, pegadas, ovos e, acredite se quiser, até cocô! - entre os cientistas, cocô ganha um nome mais chique: coprólito. Os restos dos dinos dão pistas de como eles foram no passado, o que comiam e como viviam.
        Muitos animais e organismos não deixaram vestígios fossilizados, os seja, há muitos bichos sobre quais possivelmente nunca vamos ter informações.
         Os Paleontólogos (cientistas que estuda os fósseis) coletam as informações deixadas pelos fósseis e vão, pouco a pouco, montando o quebra-cabeça, para entender como foram os dinos.
         Mas tem muita lenda. O filme "Parque dos Dinossauros", por exemplo, mostra cientistas que conseguiram recriar dinossauros vivos a partir dos restos que eles deixaram. Até o momento, isto é impossível.








         
             D i n o s                B r a s i l e i r o s




             O Brasil também foi moradia de dinossauros. Há paleontólogos que caçam pistas dos dinos que viveram por aqui há milhões de anos. Imagine a emoção de descobrir uma espécie nova! Os paleontólogos do Museu de Ciências da Terra, entre eles "brigam" para dar o nome da nova espécie - como ás vezes os pais brigam para dar nomes a bebês!
         Um dos primeiros fósseis de dinos foram encontrados no Brasil em 1897, pelo agricultor Anísio Fausto da silva, perto Souza, na Paraíba: umas pegadas deixadas há milhões de anos. Anísio achava que eram restos de boi e ema. Mas, nos anos 1920, geólogos descobriram que eram rastros deixados por dois dinossauros!
         De lá para cá, muito se descobriu sobre os antigos moradores do Brasil. Ossos, dentes, ovos, pegadas e cocô de dinossauros são encontrados em várias regiões espalhadas por toda a área que hoje é o Brasil. Os principais sítios arqueológicos são: Chapada do Araripe (Ceará); o Vale dos Dinossauros (compreende 30 localidades no alto do sertão da Paraíba); Recife (Pernambuco); Alcântara e São Luís (Maranhão); Tesouro e Morro do Cambambe (Mato Grosso); Prata e Peirópolis (Minas Gerais); Monte Alto, Presidente Prudente e Álvares Machado (São Paulo); Paleorrora (envolve 21 municípios do Rio Grande do Sul).
         Em algumas dessas áreas, há espaços para visitação e dá para ver os vestígios imperdíveis desses animais.


         Mapa  com  as  localizações  de  onde  foram  encontrados  vestígios  dos  dinos  brasileiros




               A B C         dos            dinos         brasileiros



        Até o momento, conhecem-se 19 espécies que habitaram o brasil há milhões de anos. Outras quatro espécies foram descritas com base em pegadas encontradas, mas o problema é que não há certeza se efetivamente seriam de espécies diferentes. Aqui neste artigo sobre os dinossauros que viveram no Brasil; escolhi 16 para você conhecer melhor os fascinantes bichos brasileiros extintos!



 


    Abelissauro, o lagarto de Abel

  Brasileiros e argentinos compartilham muito mais do que a paixão pelo futebol, mesmo antes de esse lugares onde moramos ganharem o nome de Brasil e Argentina. Nosso vizinho também teve incríveis moradores há milhões de anos. Um deles foi o dino Abelissauro, identificado pela primeira vez na Argentina, em 1985, a partir de alguns fragmentos de ossos encontrados.
O parente argentino foi chamado Abelisaurus comahuensis, que quer dizer, em grego, "lagarto de Abel", em homenagem a Roberto Abel, que foi diretor do Museu de Cipolleti, na Argentina, e descobriu os ossos do animal.
Era, como você, um bípede, ou seja, andava com as duas patas traseiras. Media cerca de 5 metros de altura (o equivalente a três pessoas de seu tamanho, um em cima da outra), 9 metros de comprimento e pesava entre 5 e 7 toneladas (para você ter uma ideia, um elefante pesa 6 toneladas).
Tinha a cabeça grande, pescoço curto e maxilas poderosas. Tinha um grande espaço oco logo acima das maxilas, o que tornava o crânio mais leve, permitindo que o bicho mexesse a cabeça com mais facilidade. Tinha pernas bem musculosas. Viveu entre 74 e 70 milhões de anos atrás e foi um dos maiores predadores da América do Sul de sua época. Seus pratos prediletos incluíam tanto carne fresca (de animais que acabaram de morrer) quanto carniça (animais que morreram há algum tempo).
Depois, também foram encontrados fósseis de um Abelissauro no Brasil, em Marília (São paulo), por uma equipe de paleontólogos da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro. Mas, até o momento, não foi possível identificar se é da mesma espécie que seu parente argentino.
Nome científico: Abelisaurus comahuensis
Altura: 5 metros
Peso: 5 a 7 toneladas
Época em que viveu: há 74 milhões de anos
Alimentação: carnívoro
Relatado em: 1985
Encontrado em: Marília (SP)

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   Adamantissauro, um achado paulista

  O Adamantissaurus mezzalirai viveu há 70 milhões de anos, na região que hoje chamamos de Estado de são Paulo. Tudo que se conhece deste bicho são seis vértebras encontradas em 1959, no município de Flórida Paulista, por trabalhadores de uma ferrovia. Mas foi só em 2006 que pesquisadores da Universidade Estadual Paulista (Unesp) de Rio Claro descobriram que era uma espécie nova.
O nome dado á nova espécie é uma homenagem a Sérgio Mezzalira, que, na época em que os vestígios foram coletados, era geólogo do Instituto Geológico de São Paulo. Ele foi o primeiro especialista a ter acesso aos ossos. "Adamantissaurus", por sua vez, vem de Formação Adamantina, nome de formação de rochas em São paulo, de onde o fóssil foi retirado.
Era um saurópodo (aqueles dinos herbívoros imensos, de pescoço e cauda bem compridos) e, como tal, comia plantas. Acredita-se que tinha cerca de 15 metros de comprimento e pesava 12 toneladas (0 peso era quase de três e meio de elefantes) e 5 metros de altura (o equivalente a quatro pessoas de seu tamanho, uma em cima da outra).
Nome científico: Adamantissaurus mezzalirai
Altura: 5 metros
Peso: 12 toneladas
Época em que viveu: há 70 milhões de anos
Alimentação: Herbívoro
Relatado em: 2006
Encontrado em: Flórida Paulista (SP)

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Amazonssauro, um dino 
amazônico
 



 O Amazonsaurus maranhensis ( ou Amazonssauro) era herbívoro e quadúpede (caminhava nas quatro patas).
Era um saurópodo pequeno: tinha cerca de 10 metros de comprimento, 3 metros de alturas e pesava aproximadamente 10 toneladas (o peso de quase dois elefantes). Gostava de viver em pequenos grupos, para se proteger dos animais que o atacava, tais como os grandes dinossauros carnívoros do grupo dos espinossauros.
Morador da América do Sul, foi descoberto na região Norte do brasil, Seu nome é, aliás, referência ao local onde foi encontra: na região amazônica, no Estado do Maranhão. Na época, o cenário era de grandes planícies alagadas e com bastante vagetação.
Viveu há aproximadamente entre 100 milhões de anos e foi um dos primeiros dinos encontrados na regiçao amazônica.
Essa espécie foi decrita em 2003 por pesquisadores da ( Univesidade Federal do Rio de Janerio) e outro pesquisador ( da Universidade Nacional de Comahue, Argentina).
Nome científico: Amazonsaurus maranhensis
Altura: 3 metros
Peso: 10 toneladas
Época em que viveu: há 110 milhões de anos
Alimentação: herbívoro
Relatado em: 2003
Encontrado em: Município de Itaperucu-Mirim (MA) 

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 Angaturama, o comedor de  
peixes

 
  Angaturama limai era um dino de tamanho médio que viveu há 110 milhões de anos, na Chapada do Araripe, no Ceará. Era da família dos espinossaurídeos, que possuíam um crânio alongado e fino. Tinha um focinho longo, narinas bem á frente dos olhos e uma crista na frente da cabeça. Suas patas da frente eram incrivelmente bem desenvolvidas.
O prato predileto do Angaturama era peixes; vez ou outro, também comia um dinossauro pequeno ou um pterossauro (répteis voadores).
Há poucos fósseis desse bicho, o que dificulta ter uma noção precisa de seu peso e tamanho. Mas comparando os ossos já encontrados com os de outros espinossaurídeos, imagina-se que tivesse entre 5 e 9 metros de comprimento e entre 500 quilos e uma tonelada.
Quando foi descoberto em 1996, já tinham sido encontrados fóseis de outro animal semelhante que ganhou o nome Irritator challengeri (você pode ler mais adiante, sobre o Irritator). Há quem ache que são restos de uma mesma espécie: outros conseguem ver diferenças na forma do crânio, o que justificaria a exitência de outra espécie.
Nome cientifico:  Angaturama limai
Altura: 3 metros
Peso: 500 quilos a 1 tonelado
Época em que viveu: há 110 milhões de anos
Alimentação: carnívoro
Relatado em: 1996
Encontrado em: Chapada do Araripe (CE)

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                                                                     Baurutitã, um bom mineiro

 O Baurutitan britoi (Baurutitã) era herbívoro e media entre 13 e 14 metros de comprimento e 4 metros de altura. Pesava cerca de 9 toneladas. Andava em bandos e morava, provavelmente, na região que se estende desde Minas Gerais até a Bolívia, passando por São Paulo, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul
    Viveu há cerca de 70 milhões de anos.
A espécie foi descrita em 2006, por dois centros de pesquisas, o primeiro em (Museu Nacional), do (Departamento Nacional de Produção Mineral) e da (Universidade Estadual de Rio Claro).
Seus fósseis foram encontrados na região de Peirópolis, no Triângulo Mineiro, em 1905, pelo paleontólogo brasileiro Llewellyn Ivor Price (nascido em 1905, morreu em 1980). Na época, Price coletou muitos vestígios de dinos, mas só muitos anos depois eles foram identificados.
O nome "baurutitan" refere-se á cidade de Bauru - que tem rochas parecidas com as encontradas na região de Peirópolis, em Minas Gerais. Já "britoi" é uma homenagem a Ignacio Machado Brito (que nasceu em 1938 e morreu em 2001), estudioso de fósseis no País.
Nome científico: Baurutitan britoi
Altaura: 4 metros
Peso: 9 toneladas
Época em que viveu: há 70 milhões de anos
Alimentação: herbívoro
Relatado em: 2006
Encontrado em: Peirópolis (MG)

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Dinoprata, eleito pelas
crianças  


 Os cientistas o chamam de Maxakalisaurus topai. Mas este dino é mais conhecido por Dinoprata, nome dado por crianças em concurso feito quando o esqueleto do bicho foi colocado em exposição no Museu Nacional, na Quinta da Boa Vista, Rio de Janeiro (portanto, você mora no Rio e ainda não conhece esse bicho, esta é a dica de um programa genial!). "Maxakalisaurus" é uma homenagem ao grupo indígena Maxakali, encontrado atualmente em Minas Gerais "Topa" é uma divindade cultural por esses índios.
O dino era grande: tinha cerca de 13 metros de comprimento e pesava cerca de 9 toneladas. Pertencia ao grupo dos titanossauros, que reúne algumas das formas terrestres mais gigantescas que já viveram na face do nosso planeta.
Herbívoro, viveu no Brasil há cerca de 80 milhões de anos. A nova espécie foi identificada a partir de fósseis encontrados na Serra da Boa Vista, na região de Prata, no Triângulo Mineiro. Os pesquisadores do Museu Nacional acham que o Maxakalisaurus topai gostava de viver em grupo.
A descoberta foi feita pela geóloga Karen Goldberg, em 1998. Em 2006, a nova espécie foi descrita por outros geólogos.
Nome científico: Maxakalisaurus topai
Altura: 4 metros
Peso: 9 toneladas
Época em que viveu: há 80 milhões de anos
Alimentação: herbívoro
Relatado em: 2006
Encontrado em: Município de Prata (MG)

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Estauricossauro, Largato 
do cruzeiro-do-sul


O estauricossauro (Staurikosaurus pricei) era dino carnívoro que viveu na América do Sul. Foi uma das primeiras espécies de dinossauros que apareceram na Terra, há aproximadamente 225 milhões de anos.
    "Staurikosaurus" significa, em grego, "largato do cruzeiro-do-sul"; "pricei" é uma homenagem ao paleontólogo brasileiro Llewellyn Ivor Price.
Media cerca de 2 metros de comprimento e pesava cerca de 35 quilos. Caçava e comia pequenos animais.
Era pequeno, tinha a cabeça relativamente grande, os dentes pontudos e afiados. A cauda era comprida e fina. Acredita-se que os braços eram fortes e as pernas longas como as de um corredor.
Seus restos foram encontrados em 1937, pelo paleontólogo norte-americano Theodor White e pelo próprio Llewellyn Ivor Price, durante uma expedição no Sítio Paleontológico Jazigo Cinco, na cidade de Santa Maria, no Rio Grande do Sul. O material foi levado aos Estados Unidos, onde ficou no Museu de Zoologia Comparada em Boston. A espécie foi descrita em 1970 pelo paleontólogo norte-americano Edwin Harris Colbert (nasceu em 1905 e morreu em 2001).
Nome científico: Staurikosaurus pricei
Altura: 1 metro
Peso: 35 quilos
Época em que viveu: há 225 milhões de anos
Relatado em: 1970
Encontrado em: Santa Maria (RS)
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 amanha continuaremos a saber mais sobre novas espécies descobertas.




 

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