Sabiam que a História, de Navegantes também é uma Filosofia, " Uma História de Contos Fascinantes". Navegar em Auto Mar com vários tripulantes, seja ele quem for, Branco ou Negro, Rico ou Pobre, Novo ou Velho, Pequeno ou Grande. Não importa sua Classe todos teriam um só CAPITÃO. Eis a questão, hôoo Capitão do Mar, o condutor de um Grande e Pesado Transporte do Mar. "NAVIO", espere por mim que, também quero experimentar está aventura em AUTO MAR.
|| ORAÇÃO E CANÇÃO ||
//ORAÇÃO\\ HÔoo, Santo Turbulento do MAR,
Daime á meus Tripulantes,
Á Força de um TUBARÃO, de Martelo,
Pois eles não conseguem Lançar,
LANÇAR para pegar a mais Gloriosa Criatura Marinha,
A BALEIA COR DE ROSA.
Todos dizem, Glória... Glória... Glória.
//CANÇÃO\\ Rei... Rei... Rei...,
Do Tempo, Do Ar, Do Fogo, Do Mar,
Aqui Estamos, Estamos Aqui,
Navegando sem parar, em Alto Mar,
Hooo... Hooo... Hooo...,
Meu Capitão, Nosso Capitão,
Não Naufrague.... Nãoooooo,
Rei... Rei... Rei...,
Do Tempo, Do Ar, Do Fogo, Do Mar,
Aqui estamos, Estamos Aqui,
Navegamos sem parar, em Alto Mar,
Em Altoooo Marrrrrrrr... Rei... Rei... Rei.
Ao passar do tempo, um Viajante que passava num certo, lugar chamado Terra Nossa. Ele avistou um Navio muito diferente por causa da sua aparência, que era muito horrível e tenebrosa. Mas mesmo assim ele seguiu enfrente até o Navio para se proteger dos bandidos que haviam ali, fazendo confusão.
Ao chegar perto do Navio Tenebroso, ele sentiu um rápido arrepio e calafrios pelo corpo todo, e ele disse __ Hóóó oque é isto. "Disse o Viajante". Mas mesmo sentindo esses Arrepios e Calafrios, o Viajante continuou a subir na Plataforma de Embarque, e ele Continuou e Continuou e Continuou a subir.
||Vejam amanhã, você vai saber mais como Era, algumas turbulações em Alto Mar ||
Logo depois você vai conhecer a História, do Rei Dublín Dedablío, " Quem ele é "
Amanhã contarei aqui no Blog alguns Mistérios...
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quarta-feira, 22 de março de 2017
domingo, 31 de julho de 2016
História do Mês de AGOSTO
Saiba como se Originalizou-se
MÊS DE AGOSTO
Saiba que tem uma razão pelo Mês, de cada nome de um deles!
Nome do oitavo mês. Do latim Augustus, nome dado ao antigo mês QUINTILIS, em relação a Augusto César.
Neste mês Augusto entrou triunfante em Roma três vezes; recebeu a submissão dos soldados que ocuparam o Janículo, subjugou o Egito e pôs termos à guerra civil. O jato se deu no oitavo ano antes de Cristo.
Além dessa homenagem ao jovem Imperador, senhor do Mundo Romano, agosto era para o povo um dos meses de maiores festividades. As principais eram as PORTUNAIS homenageando as divindades que presidiam os movimentos e a segurança dos portos. No dia 18, tinham início as festas CONSUAIS em favor dos deuses que inspiravam os tribunais e os conselhos. Já, no dia 23, começavam as VULCANAIS em hora do deus VULCANO, filho de Júpiter e de Juno. Em seguida, vinham as festas OPSCONSIVAS, parte do culto votado à deusa TERRA, mãe universal de todos os seres, nascida imediatamente depois do Caos.
MÊS DE AGOSTO
Saiba que tem uma razão pelo Mês, de cada nome de um deles!
Agosto (corruptela
do nome latino Augustus, do Imperador Augusto César, ao qual este mês era consagrado).
Nome do oitavo mês. Do latim Augustus, nome dado ao antigo mês QUINTILIS, em relação a Augusto César.
Neste mês Augusto entrou triunfante em Roma três vezes; recebeu a submissão dos soldados que ocuparam o Janículo, subjugou o Egito e pôs termos à guerra civil. O jato se deu no oitavo ano antes de Cristo.
Além dessa homenagem ao jovem Imperador, senhor do Mundo Romano, agosto era para o povo um dos meses de maiores festividades. As principais eram as PORTUNAIS homenageando as divindades que presidiam os movimentos e a segurança dos portos. No dia 18, tinham início as festas CONSUAIS em favor dos deuses que inspiravam os tribunais e os conselhos. Já, no dia 23, começavam as VULCANAIS em hora do deus VULCANO, filho de Júpiter e de Juno. Em seguida, vinham as festas OPSCONSIVAS, parte do culto votado à deusa TERRA, mãe universal de todos os seres, nascida imediatamente depois do Caos.
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quarta-feira, 1 de junho de 2016
História do Mês de JUNHO
Saiba como se Originalizou-se
MÊS DE JUNHOSaiba que tem uma razão pelo mês, de cada nome de um dele!
Junho ( do latim Junius, mês consagrado a Juno, divindade romana).
O seu nome era uma homenagem a JUNO, divindade filha de Saturno e de Rea, e irmã de Júpiter, Netuno, Plutão, Ceres e Vesta, Casou-se com Júpiter, seu irmão gêmeo, de quem teve 3 filhos: Hebe, Marte e Vulcano.
JUNHO é o sexto mês do nosso calendário e o quarto instituído por Rômulo. Era o mês da juventude. É, durante o seu transcorrer celebravam-se festas em honra aos rapazes e moças, denominadas JUNIORIBUS.
Juno era a divindade protetora deste mês e obrigatóriamente o primeiro dia era festejado. Sendo Juno a mais bela, a mais augusta e respeitável das deusas, era consagrada como o modelo da mulher perfeita. Personificando a fidelidade conjugal, era tida como a deusa do casamento, sob o nome de PRONUBA.
Os pintores representam Juno em cima de um côche tirado por pavões, tendo uma destas aves ao seu lado.
Vários dias deste mês eram festejados pelos romanos. No dia 8 as festividades honravam a MENS, deusa da inteligência, e a SUMANO, senhor do trovão e do relâmpago. A deusa Fortuna, chave da felicidade ou infelicidade, era consagrada no dia 24.
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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2016
As Mais belas Histórias das Mil e uma Noites
As mais Belas histórias do Conto de " Mil e uma Noites "
Seção por tópicos:
- Sherazade
- Ali Babá e os quarenta ladrões
- Do Boi e do Burro
- O cavalo de ébano
- Como termina a história de Sherazade
Sherazade
Há muito tempo, num reino distante da Índia, viviam dois reis, dois irmãos. Por anos eles reinaram de modo sábio e justo, um no Leste, o outro no Oeste.
Um dia, despontou no mais velho, o rei Chariar, o desejo de ver seu irmão outra vez. Ele chamou o Vizir e falou:
Você é meu servo mais fiel, meu amigo e confidente. Ponha-se a caminho do palácio de meu irmão, na corte de Samarcanda, levando consigo ricos presente. Convide-o a visitar-me, pois sinto saudade dele. Entregue-lhe os presentes e conduza-o até aqui por caminhos seguros!
Eu ouço e obedeço! respondeu o Vizir-l, que beijou o chão diante de seu Rei e iniciou os preparativos para a viagem.
Os tesouros e os presentes foram abertos num salão majestoso. O Vizir beijou o chão diante do Rei e lhe disse:
Sublime Rei, vosso irmão deseja vê-lo mais uma vez em vida. Posso conduzi-lo até ele por caminhos seguros.
Á noite, quando já tinham levantado acampamento, ocorreu ao Rei que tinha esquecido de pegar algo importante. Sem avisar aos demais, cavalgou sozinho de volta para casa.
Ao chegar no palácio e entrar em seus aposentos, encontrou a esposa nos braços de um escravo. Chazamam, tomado pelo terror, desembainhou a espada e, com toda a fúria,, matou ambos com golpes certeiros.
Em seguida, saiu depressa da cidade e voltou ao acampamento.
"Como isso pode acontecer comigo?", pensou. "Mal tirei os pés da cidade, e minha esposa me foi infiel."
Nesse estado chegou ao reino do irmão. O rei Chariar alegrou-se com sua chegada, levou o hóspede ao quarto e o serviu num salão suntuoso. Mas Chazamam não tinha fome nem sede.
Irmão, o que aconteceu contigo?, perguntou-lhe o rei Chariar mais de uma vez.
Mas não recebeu nenhuma resposta. Por fim, disse o rei Chariar:
Vou caçar, e você deve me acompanhar. Assim as cores voltarão ás suas faces, e você irá se deliciar com nossos pratos.
Para se distrair, reio Chazamam sentou-se em frente a uma janela com grades que dava para o pátio interno do palácio, onde um a árvore oferecia sombra e murmurava uma fonte de águas claras. De repente, uma pequena porta se abriu e a esposa do rei Chariar apareceu acompanhada de escravas e escravos. Iam todos ao jardim, para namorar.
Quando Chazamam viu aquilo, disse consigo:
Na verdade, meu irmão é ainda mais infeliz que eu. Não há nenhuma fidelidade nem nobreza neste mundo, e eu não quero ficar sempre triste e preocupado.
Como se maravilhou o rei Chariar ao encontrar o irmão saudável e bem humorado!
Agora me conte - ele pediu - o que o curou?
Chazamam resistiu o quanto pôde, mas, diante da insistência do irmão, contou-lhe tudo, desde o que ocorreu durante sua vinda até o que tinha visto pela janela.
Isso não pode ser verdade! - exclamou abismado.
Então finja que vai de novo caçar amanhã, se esconda comigo e verá com os próprios olhos - propôs Chazamam.
No dia seguinte, os irmãos se sentaram, discretamente, diante da janela com grades.
Tão logo os caçadores saíram em disparada, novamente a Rainha apareceu com seus amantes, e o Rei viu tudo com os próprios olhos.
Tomado pela cólera por causa da traição de sua esposa, Chariar ordenou que ela e seus acompanhantes fossem executados. Mas isso não o consolou e, mesmo quando Chazamam voltou ao reino dele, o irmão mais velho permaneceu intolerante e taciturno.
Por fim, Chariar chamou o Vizir e falou:
A partir de agora você deve me trazer todos os dias uma bela jovem dentre minhas súditas, uma filha da nobreza, como minha noiva. Na manhã seguinte, no entanto, você deve matá-la, pois não há fidelidade nem dignidade entre as mulheres!
Eu ouço e obedeço - disse o Vizir, com o coração pesado.
Todos os dias ele escolhia uma virgem dentre as mulheres do reino, enfeitava-a como noiva, vestia-a e a conduzia de noite aos aposentos do Rei. No dia seguinte, levava pessoalmente a moça para o carrasco.
Assim passaram-se três anos, e por todo o reino ouvia-se um choro ruidoso e lamuriento. Não havia família que não houvesse entregado ao menos uma de suas filhas ao Rei. Muitas fugiam, atravessando as fronteiras para escapar dessa sorte.
O próprio Vizir tinha duas filhas, belas como a lua que brilha sobre as colinas.
Sherazade, a mais velha, era versada em todas as artes e havia lido com dedicação as crônicas da terras indianas. Ela conhecia a tradição dos tempos antigos, era inteligente e esperta. Sua irmã mais nova, Duniazade, apegada a ela com terno, amor deixava-se conduzir e ser instruída pela irmã.
Uma noite Sherazade disse ao Vizir:
Pai querido, diga ao Rei que você vai me levar hoje á noite ao palácio, como noiva dele.
Minha criança, você está ciente de que lá a morte a espera? - perguntou, aterrorizado, o Vizir.
Sim, pai, eu bem sei. Mas esse derramamento de sangue tem de chegar ao fim. Das duas, uma: ou eu consigo convencer o rei a acabar com esse horror, ou me sacrificarei de boa vontade em nome das inúmeras jovens que perderam a vida por causa dele.
O Vizir tentou de tudo para fazê-la mudar de ideia, mas Sherazade estava decidida. Transtornado, o Vizir foi até o Rei e disse que, á noite, traria a própria filha como noiva aos aposentos reais.
Meu amigo - respondeu o Rei, assustado -, você sempre foi honesto e confiável no cumprimento de todas as minhas ordens. Por isso, não exijo que me traga sua própria filha. Não sabe que, ao nascer do dia, você mesmo deverá entrega-lá ao carrasco?
O Vizir beijou o chão diante do Rei e Falou:
Sim, eu sei, nobre soberano. Mas a garota está convencida a vir até Vossa Majestade, e não desistirá.
Se é assim, então faça a vontade dela.
Quando a Sol baixou, Sherazade colocou um vestido de noiva e suas joias mais belas, envolvendo-se num véu encorpado e adornado com fios de ouro. Antes de deixar sua casa, chamou a irmã e disse:
Duniazade, ouça minhas palavras! Hoje á noite, quando o Rei já estiver cansado, eu a chamarei. Venha até nossos aposentos, sente- se conosco e peça que eu lhe conte uma história, como passatempo. Se Alá quiser, aí estará nossa salvação.
Logo depois, Sherazade foi levada pelo pai ao palácio e conduzida aos aposentos reais. Quando o Rei tirou o véu da moça, ficou pasmo diante de sua beleza. Então viu que a jovem chorava.
Oque está acontecendo?- perguntou.
Nobre Rei - respondeu Sherazade -, tenho uma irmã mais jovem, de quem sempre cuidei e que me ama. Permita-me que a veja uma vez ainda, para me despedir.
O Rei aceitou e mandou que a busca-sem. Duniazade entrou nos aposentos reais e sentou-se ao lado do leito. Quando o Rei se deitou, a irmã mais nova disse a Sherazade:
Irmã, querida, conte-nos uma de suas belas e maravilhosas histórias, para que o tempo passe mais depressa e de modo mais agradável!
Claro que contarei, se o nobre Rei não se incomodar com isso - respondeu Sherazade.
O Rei, encantado com a estonteante beleza de Sherazade, não conseguia repousar e disse apenas:
Conte!
Sherazade beijou as mãos do Rei, sentou-se com as pernas cruzadas e começou a falar. Ela contou histórias maravilhosas e belas, de tal modo que o Rei e sua irmã a ouviram fascinados e se esqueceram da hora. Quando uma história chegava ao fim, Sherazade emendava logo outra, até que lá fora surgiram os primeiros raios da aurora. Então ela se calou, sem chegar ao fim.
Que bela história, adorável e divertida, continue! - disse Duniazade.
Eu poderia continuar amanhã á noite, se o nobre Rei me poupasse a vida por mais um dia - disse a jovem.
O Rei ponderou:
Posso e quero mantê-la viva. Você não deve morrer antes que eu escute o fim da história!
De manhã, o Rei foi como de costume para o salão do conselho, onde já se encontrava o Vizir, que esperava a filha para levá-la ao carrasco. Mas o soberano não disse nada. tratou dos negócios do reino e lá permaneceu até a noite, quando se retirou para seus aposentos, deixando o Vizir surpreso e maravilhado.
Duniazade, no entanto, permaneceu com a irmã e, assim que a noite chegou, pediu a Sherazade que terminasse de contar a bela história.
Se o Rei permitir - disse Sherazade.
Conte! - insistiu o Rei.
Sherazade beijou-lhe as mãos e seguiu adiante. Durante toda a noite ela não parou de contar histórias. Sempre sabia uma nova, até que a manhã chegou. E novamente o Rei a presenteou com mais um dia de vida, para que pudesse terminar a narração que ficara inacabada.
E assim passaram-se dias e noites. O Rei nunca se cansava de ouvir-la, e Sherazade tecia aventuras e entrelaçava acontecimentos. Assim transcorreram 1001 noites.
Algumas de suas mais belas histórias você verá a seguir, e quem as ler descobrirá o que aconteceu com Sherazade depois dessas noites.
Ali Babá e os quarenta Ladrões
Amanhã continuaremos enquanto não terminamos que tal ver outras Histórias, como por exemplo> DiNossaUros do Brasil > História da Filosofia > Histórias dos Meses do Ano e entre outras historias. Vá até o final da pagina para selecionar as opções de histórias, navegando com mais conforto...
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quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
História do Mês de JULHO
Saiba como se Originalizou-se
MÊS DE JULHO
Saiba que tem razão pelo mês, de cada nome de um dele!
JULHO (do latim Julius, mês em homenagem a Júlio César).
Este mês era o quinto do ano instituído por Rômulo e chamou-se QUINTILIS (por ser o quinto mês). Marco Antônio mudou-lhe o nome para JULIUS, honrando assim, Júlio César, o extraordinário militar homem público e reformador romano, nascido em 12 desse mês.
As principais festas em Roma, neste mês eram em homenagem ao deus Apolo, filho de Júpiter e de Latona. Irmão de Diana, ambos, alternativamente, iluminam o Mundo. Quando Apolo (o Sol) no horizonte desaparece, resplandece no Céu Diana ( a lua). No dia 6, toda Roma engalanava-se para as FESTAS APOLÔNIAS, em homenagem ao deus. Durante 8 dias os romanos as comemoravam. Surgiram no ano 358 da fundação da cidade, pois naquela data, o deus Apolo foi convidado a comandar as armas romanas contra a cartaginês Aníbal, excelente general, que na segunda guerra púnica teve Roma á sua mercê.
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História do Mês de MAIO
Saiba como se Originalizou-se
MÊS DE MAIO
Saiba que tem uma razão pelo mês, de cada nome de um deles!
Maio (do latim Maius).
A origem do nome MAIO é controvertida. Alguns querem que seja derivado de MAGESTAS, padroeira dos poderes do Estado e da magistratura. Outros, de MAJORES, homenagem que se prestava anualmente aos velhos. E, ainda há alguém que diz derivar de MAIA, ninja das chuvas, a mais bela sete PLÊIADES, filhas de Atlas e de Pléione. Foi amada por Júpiter, de quem houve Mercúrio. Ela e as suas seis irmãs foram transformadas em estrelas, porque seu pai, indiscretamente, quis ler o segredo dos deuses. O seu grupo forma o signo das PLÊIADES, na constelação de TOURO.
O mês de maio, que era o terceiro do calendário romano antes da reforma de Júlio César, passou ao quinto lugar no calendário juliano e no gregoriano. É de 31 dias.
Está o mês sob a proteção de Apolo, sendo personificado na figura de um homem entre duas idades, vestido com uma ampla túnica de grandes mangas e trazendo á cabeça uma cesta de flores.
É certo, pois, maio é o mês das flores, por excelência, no Continente Europeu. Durante cinco dias e noites, os romanos celebravam as festas em honra á deusa FLORA, disputando jogos esportivos, promovendo caçadas e espetáculos teatrais. Flora era a deusa das flores e dos jardins entre os romanos. Era uma ninja das ilhas Afortunadas que os gregos divinizaram sob o nome de CLORIS, graciosa alegria da primavera.
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